Equipe

O Grupo MOSAIC (Magnetic Observatories, Stations And Integrated researCh), do Observatório Nacional, coordena os observatórios e estações magnéticas do Brasil, com grande experiência em processamento de dados e modelagem do campo geomagnético.

Instituições:

“O Observatório Nacional (ON), instituto de pesquisa vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), atua em três grandes áreas de conhecimento – Astronomia, Geofísica e Metrologia em Tempo e Frequência, nas quais realiza pesquisa, desenvolvimento e inovação, com reconhecimento nacional e projeção internacional. Suas atividades incluem a formação de pesquisadores em cursos de pós-graduação, a geração, conservação e disseminação da Hora Legal Brasileira e a divulgação do conhecimento produzido através de atividades especializadas. A missão do ON é “Realizar pesquisa e desenvolvimento em Astronomia, Geofísica e Metrologia em Tempo e Frequência, formar pesquisadores em seus cursos de pós-graduação, capacitar profissionais, coordenar projetos e atividades nestas áreas e gerar, manter e disseminar a Hora Legal Brasileira”.”

Uma das missões institucionais do Observatório Nacional é monitorar o campo geomagnético no território brasileiro. Para realizar este monitoramento, o Observatório Nacional instala e mantém observatórios magnéticos, estações de repetição e estações magnéticas, seguindo padrões internacionais de alta qualidade dos dados. O MOSAIC (Magnetic Observatories, Stations And Integrated researCh) é o grupo de pesquisa em geofísica do ON, responsável pelo monitoramento do campo geomagnético no Brasil. Veja mais sobre o ON e outros grupos de pesquisa nas áreas de geofísica, astronomia e metrologia em tempo e frequência em http://www.on.br/.

O apoio do Observatório Nacional foi fundamental no desenvolvimento desta homepage, incluindo o trabalho dos pesquisadores, bolsistas, técnicos e jornalista, que contribuíram na a escrita do conteúdo, assim como o design e ilustrações exibidos nesta homepage.

João Carlos Costa dos Anjos

Diretor do Observatório Nacional (ON), Unidade de Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e membro titular do Conselho Superior da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa ? FAPERJ, como representante das entidades de pesquisa do RJ. Possui graduação em Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1968), mestrado em Physique Theorique – Universite de Paris XI (Paris-Sud) (1970) e doutorado em Physique Théorique – Universite de Paris VII (1977). Foi Pesquisador Titular do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Diretor deste instituto de pesquisa de 2000 a 2004 e Coordenador do Programa de Pós-graduação de 2005 a 2009. Aposentou-se pelo CBPF em 2014 mas continua com Pesquisador Colaborador da instituição. Atua na área de Física Experimental de Altas Energias e se dedica ao estudo de propriedades de partículas elementares, tendo como tema de pesquisa a física de neutrinos de reatores. É Coordenador do Projeto Neutrinos Angra e do grupo brasileiro que participa no experimento Double Chooz, dedicado ao estudo de oscilações de neutrinos. Liderou a implantação do laboratório de neutrinos na central nuclear de Angra dos Reis e participa desde 2014 do experimento CONNIE, instalado em Angra e que se dedica ao estudo do espalhamento coerente neutrino-núcleo. Foi Membro do Painel de Instrumentação do International Committee for Future Accelerators (ICFA) de 1989 a 1995 e Vice-Diretor do Centro Latino-Americano de Física (CLAF) de 1994 a 2004. Foi agraciado em 2011 com a Medalha Acadêmica da Divisão de Partículas e Campos da Sociedade Mexicana de Física. É Membro Correspondente da Academia Mexicana de Ciências e Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico. Foi Bolsista de Produtividade do CNPq, nível 1-B de 2013 a 2019.

Fabio Pinto Vieira

Possui graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Gama Filho (1996), mestrado em Geofísica pelo Observatório Nacional (2011) e doutorado em Geofísica pelo Observatório Nacional (2015). Atualmente é Tecnologista Sênior e coordenador do Laboratório de Goetermia – LabGeot do Observatório Nacional. Tem experiência na área de Geociências, com destaque nas áreas de Geotermia e Fluxo Térmico, atuando principalmente nos seguintes setores: fluxo geotérmico, energia geotérmica e recursos geotermais.

Pesquisadores:

Sou graduada em oceanografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2001), mestrado em Geofísica pelo Observatório Nacional (2003) e doutorado no ETH Zurique (Suiça) em geomagnetismo, de 2004-2009. Trabalho desde 2009 como pesquisadora em geomagnetismo no Observatório Nacional. Realizei pós-doutorado na Universidade de Nantes (França), entre 09/2013 e 08/2014 e trabalhei como pesquisadora convidada na mesma Universidade de 09/2015 a 08/2016. Em 2018 fui contemplada pelo Instituto Serrapilheira no meu projeto sobre a natureza dos impulsos geomagnéticos no núcleo terrestre. Recentemente fui eleita como “co-chair” do “IAGA Working Group V-OBS”, grupo internacional responsável pelos observatórios magnéticos e fui promovida como pesquisadora titular do Observatório Nacional. Tenho experiência na área de geomagnetismo, atuando principalmente nos seguintes temas: variação secular geomagnética, observatórios magnéticos, processamento de dados magnéticos e modelagem da condutividade elétrica do manto. Também atuo em projetos de divulgação científica incluindo a elaboração de um curso à distância sobre magnetismo da Terra, idealização de documentários sobre os 100 anos do Observatório Magnético de Vassouras, elaboração do site sobre observatórios magnéticos, divulgação científica por meio de palestras, cursos e entrevistas.

Sou graduado em física pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, em 2002, e fiz o doutorado em Geofísica no Observatório Nacional, em 2009, em inversão aplicada em métodos potenciais. Também em 2009 fiz pós-doutorado como bolsista recém doutor no ON em inversão aplicada a big data. Depois fiz outro pós-doutoramento em gravimetria satelital na Università degli studi di Trieste na Itália, em 2016. Sou professor associado da Universidade Federal do Pará, UFPA, onde leciono, oriento e pesquiso em método potencias em Geofísica. Minha pesquisa foca a incorporação de informação a priori geológica e geofísica na inversão gravimétrica. Outra atuação é coordenar conjuntamente com equipe do ON o observatório magnético de Tatuoca, assim também tenho me dedicado a pesquisa em geomagnetismo, e além disso essa colaboração tem me levado a novas áreas como arquivologia e museologia. Recentemente, estou Diretor Adjunto do Instituto de Geociências, e além de experiências administrativas e de gestão tenho aproveitado oportunidades de colaboração em diversos setores. Em relação ao conhecimento, tenho interesse por pesquisa multidisciplinar. Além da pesquisa, gosto de atividades ligadas à mecânica e principalmente desafios, como pequenos projetos “maker”.

Técnicos:

Iniciei meu trabalho no Observatório Nacional em dezembro de 1986 onde até hoje apoio tecnicamente o desenvolvimento e construção de equipamentos na área de Astronomia, Geofísica e Tempo e Frequência. Em janeiro de 1998 comecei a exercer novas atividades no Observatório Magnético de Vassouras (OMV). Possuo graduação em Matemática pela Universidade Severino Sombra (2013), curso técnico e de aluno aprendiz de mecânica pela RFFSA/SENAI (1984) e curso de curta duração pelo Observatório Nacional na área de certificação de qualidade (2000). Atualmente curso Direito pelo Centro Universitário Geraldo di Biase (previsão de termino para 2021). Participo em eventos pelo Observatório Nacional de mostra de C&T (1994, 1995, 1996, 1997 e 1998) e em cursos e escolas voltados ao Geomagnetismo e de Observatórios Magnéticos (1998, 2006 e 2017). Sou coautor em publicações dos resultados obtidos pelo OMV (1998 a 2008). Atualmente sou Técnico III do Observatório Nacional, e, desde 2005, chefe do Observatório Magnético de Vassouras (RJ). Tenho experiência na área de Geociências, com ênfase em Geofísica, atuando principalmente nos seguintes temas: observatórios magnéticos, geomagnetismo e registros geomagnéticos históricos.

Na iniciativa privada trabalhei inicialmente como desenhista de cartografia, posteriormente participei de desenhos dos projetos de segurança de um grande hotel e de um shopping da zona sul do Rio de Janeiro e da casa da moeda. Após um curso de topografia na UERJ, ingressei no Observatório Nacional em 1978, onde por mais de uma década trabalhei com geomagnetismo, na reocupação das estações de repetição e redução dos dados, determinação do norte verdadeiro com giroscópio e marcação de rosa dos ventos para aferição de sistemas de navegação de aeronaves, na Embraer, aviação do exército e base aero naval. Ainda no ON trabalhei por muito tempo com os métodos eletromagnéticos como MT, CSAMT e TEM em estudos de bacias sedimentares (bacias do São Francisco, Parnaíba e Parecis), os métodos HLEM e Resistividade em sondagens para determinação de locação para perfuração de poços no semiárido nordestino e alguns locais da região sudeste. Nesse interim fiz o curso de graduação Superior de Tecnologia em Exploração de Petróleo e Gás. Nos dias atuais colaboro na administração do Observatório Magnético de Tatuoca.

Ingressei no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, SENAI, aos 15 anos onde concluí o curso de dois anos, mais um ano de estágio torneiro mecânico. Fui classificado na carteira como profissional, me especializando com os cursos: fresador mecânico, mecânico de equipamentos aeronáuticos, tecnologia do comando numérico, técnico de mecânico, processo de produção e hidráulica básica. Atuei em vários segmentos aviação, metalurgia, ferramentaria e trabalhos feitos em navios plataforma na manutenção de máquinas fabricação e recuperação de peças. Em dezembro de 2001, ao ingressar no serviço público no Observatório Nacional trabalhei nas áreas de astronomia e no laboratório de petrofísica em montagem e manutenção e confecções de peças, assim como alguns projetos da gravimetria e magnetotelúrica. Trabalho também na área de geomagnetismo em coleta de dados das estações magnéticas. Realizei curso superior de tecnologia de petróleo e gás, estimativa da incerteza de medições, magnetismo da terra, topografia, técnicas da ressonância magnética, fundamentos dos métodos geofísicos, estudos de reservatórios carbonáticos e introdução a engenharia do petróleo.

Ingressei no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, SENAI, aos 15 anos onde ao conclui o curso de dois anos de Eletricista de Manutenção Industrial. Fui efetivado na empresa em que realizou estágio e atuei como Auxiliar de Eletricista, Auxiliar Técnico. Ao concluir o curso de Técnico em Eletrônica passei a atuar na função onde permaneci até o ano de 2013 ao ingressar no serviço público no Observatório Nacional. Na iniciativa privada trabalhei com montagem e manutenção de redes elétricas de média e baixa tensão, manutenção de máquinas operatrizes e desenvolvimento e manutenção de automações industriais. No serviço público atuei principalmente na rotina do Observatório Magnético de Vassouras na geração e processamento de dados geomagnéticos bem como eventuais manutenções em seus equipamentos e dependências.

Possuo formação plena de técnico em eletrônica pela Escola Técnica Federal do Pará, sou licenciado pleno em Educação Artística (habilitação em Música), pela Universidade do Estado do Pará. Atualmente curso o bacharelado em engenharia civil na Faculdade Cosmopolita e engenharia elétrica na Universidade Federal do Pará. Na área tecnológica atuei como técnico e encarregado de manutenção eletrônica na INFRAERO. Desenvolvi pesquisas e projetos nas seguintes áreas: energias renováveis, engenharia biomédica, programação (Android, Windows, linguagem C/C++ e JAVA), mecatrônica, automação e telecomunicações. Entre as minhas idas e vindas ao Observatório Magnético de Tatuoca (OMT), onde exerço a função de técnico em eletrônica, eu trabalho no livro ‘Crônicas de Tatuoca’, e espero terminá-lo em três anos.

Fui contratado pelo Observatório Nacional em 08/03/1965, hoje estou com 35 anos de serviço, conclui o curso de informática básica e o curso de prevenção de acidentes do trabalho. No Observatório Magnético de Tatuoca onde estou lotado cuido da manutenção da área do observatório, faço as observações absolutas semanais, troca da bateria e do cartão do GEOMAG, medidas com GSM, transferência dos dados e outras atividades, sempre cumprindo ordens dos meus superiores executando sempre as minhas tarefas com cuidado e responsabilidade para o desenvolvimento do observatório.

Eu cursei o ensino médio na E.E.E.F.M. Graziela Mora Ribeiro, fiz o Curso de Formação de Vigilantes no Centro de Formação Treinamento e Aperfeiçoamento de Mão de Obra. No COOCEFET-PA, fiz os Cursos de Eletricista de Rede de Distribuição de Baixa Tensão, Curso de Eletricista de Rede de Distribuição de Alta Tensão e o Curso de NR-10. Como experiência profissional trabalhei como vigilante na Mager Serviços de Vigilancia Patrimonial, e como Fiscal de Loja nas empresas, Ponte Irmão Cia Ltda e na Renda Comércio e Distribuição Ltda. No Observatório Magnético de Tatuoca desenvolvo há dez anos, atividades técnicas tais como: observações absolutas semanais, medidas com o GSM, transferência dos dados, trocas do cartão e da bateria do GEOMAG, alguns serviços de eletricidade, mecânica e tarefas de manutenção da área do Observatório Magnético de Tatuoca.

Nascido em 14/09/1972 em Cachoeira do Arari, na ilha do Marajó estado do Pará.  Trabalho no Observatório Magnético de Tatuoca desde 02/05/2011 em uma empresa terceirizada por nome Competividade. Tenho o 2° grau, curso de vigilante e um curso de computação básica. Exerço a função de técnico operacional fazendo a manutenção da área do observatório, observações absolutas semanais, troca do cartão e da bateria do equipamento GEOMAG, medidas com GSM, transferência dos dados e outras atividades em geral.

Fui admitido no Observatório Magnético de Tatuoca no ano de 1985, minhas funções na época eram a troca e revelação dos magnetogramas no papel fotográfico. Nos dias atuais trabalho na conservação da ilha e na alimentação dos plantonistas no meu turno.

Pós-doutorandos:

Possuo licenciatura (2013), mestrado (2015) e doutorado em Física (2019) pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Tenho experiência na área de Física de Altas Energias, Física Solar e Clima Espacial. Possuo interesse principalmente nos seguintes temas: raios cósmicos, física solar, clima espacial e tempestades geomagnéticas. Atualmente sou bolsista do Programa de Capacitação Institucional (PCI) no Observatório Nacional (ON), onde pesquiso os efeitos que as tempestades geomagnéticas produzem na região da Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS).

Alunos e estagiários atuais:

Realizei graduação em Geofísica pela Universidade Federal Fluminense e mestrado em Geofísica pelo Observatório Nacional. Atualmente é aluno de doutorado em Geofísica no Observatório Nacional. Atua em projeto de cooperação internacional com o GFZ-Potsdam (Alemanha) na área de geomagnetismo, incluindo a operação dos observatórios magnéticos brasileiros, processamento de dados e pesquisa em variação diurna. Tenho experiência em geofísica, programação científica, geomagnetismo, observatórios magnéticos (instalação, treinamento e controle de qualidade), processamento de dados magnéticos e problemas inversos em geofísica. Também possuo experiência na área de educação, a partir do ensino não-formal de geociências. Fui vencedor do prêmio SBGf 2019 de melhor dissertação de mestrado em Geofísica no Brasil.

Possuo graduação em Geofísica pela Universidade Federal da Bahia (2017) e mestrado em Geofísica pelo Observatório Nacional (2019). Entre 2014 e 2015, fiz graduação sanduíche na University of Liverpool pelo programa Ciência Sem Fronteiras, no curso Geophysics (Physics). Atualmente, curso o doutorado em Geofísica no ETH-Zürich onde atuo no desenvolvimento de novas metodologias para modelagem e inversão tridimensional de dados magnetotelúricos em coordenadas esféricas e de novas funções de transferência para uso em estudos de indução eletromagnética. Tenho experiência nas áreas de Geomagnetismo, Métodos Magnetotelúricos e Potenciais e Modelagem Numérica e Inversão de Dados Geofísicos. Me interesso particularmente pelos seguintes temas: indução eletromagnética de campos gerados por fontes naturais (tempestades magnéticas, correntes ionosférias, marés oceânicas), sondagens eletromagnéticas da crosta e do manto, inversão de dados geofísicos e modelagem numérica de ondas eletromagnéticas.

Sou graduado em engenharia elétrica pela Universidade de Vassouras (término em 12/2019). Atualmente sou estagiário do grupo de geomagnetismo do Observatório Nacional, atuando principalmente no Observatório Magnético de Vassouras (VSS) no processamento, interpretação de dados magnéticos e elaboração de relatórios. Colaboro principalmente com a equipe de técnicos de VSS e com a equipe do GFZ-Potsdam.

Equipe desenvolvedora da homepage:

Pesquisadora do Observatório Nacional (ON) – Grupo MOSAIC

Responsável pelos Observatórios Magnéticos do Brasil

A pesquisadora idealizou a homepage dos observatórios magnéticos, elaborando as sessões e escrevendo os textos em colaboração com seus alunos e pós-doc. Financiado pelo Observatório Nacional (MCTIC) e pelo Instituto Serrapilheira, o portal é o principal meio de divulgação do trabalho científico desenvolvido pelo grupo MOSAIC (Magnetic Observatories, Stations And Integrated researCh), tanto para a comunidade científica quanto para o público em geral. Com o novo site, a pesquisadora deseja atrair novos colaboradores e alunos, assim como abrir oportunidades para novos projetos acadêmicos com possibilidade de aplicação à indústria.

Técnico em TI da Área de desenvolvimento do Observatório Nacional (ON)

Sou graduado em Tecnologia da Informação e Pedagogia, Especialista em Gestão de Ensino a Distância e Mestre em Novas Tecnologias Digitais em Educação. Sou servidor do ON há 7 anos e um dos responsáveis pela área de desenvolvimento de aplicativos da instituição, bem como de projetos de homepage. Hoje atuo também em frentes de desenvolvimento de artefatos digitais para divulgação científica, envolvendo Realidade Virtual e Realidade Aumentada.

Aluno de Doutorado do Observatório Nacional (ON) – Grupo MOSAIC

É integrante do grupo MOSAIC (Magnetic Observatories, Stations And Integrated researCh) desde 2013. Participou da elaboração das sessões, textos e figuras da homepage, com o intuito de divulgar a pesquisa em geomagnetismo desenvolvida no Observatório Nacional. Esperamos que a homepage se destaque como uma fonte de informação confiável e de
linguagem acessível a todo tipo de público e que, ao mesmo tempo, demonstre a importância das atividades do grupo MOSAIC no cenário nacional e internacional.

Estudante de Doutorado (ETH-Zürich) 

Colaborador do Grupo MOSAIC

O estudante colaborou na elaboração dos textos presentes no site enquanto cursava o Mestrado em Geofísica no Observatório Nacional. Ele espera que o site aproxime a sociedade das pesquisas acadêmicas e colabore no intercâmbio de conhecimento entre diferentes áreas.

Bolsista de pós-doutorado do Observatório Nacional (ON) – Grupo MOSAIC

O pesquisador é responsável por estudar os impactos das tempestades magnéticas no Observatório de Pantanal (PNL). Além disso, colaborou com a elaboração do texto da homepage acrescentando informações sobre os seguintes temas: erupções solares, interação Sol-Terra e tempestades magnéticas.

Murilo Bomfim é jornalista desde 2012, escrevendo reportagens sobre diversos temas. Em sua experiência na área científica, foi trainee da Folha de S. Paulo em Ciência e Saúde. Além disso, estruturou a comunicação do Instituto Nacional de Neurociência Translacional, para o qual também produziu conteúdos e realizou coberturas. Para o site do ON, fez a revisão e edição dos textos publicados.

www.flickr.com/photos/gregoriosim 

Greg é designer, ilustrador, quadrinista e músico. É um dos fundadores da Livrinho de Papel Finíssimo Editora e membro do coletivo Gráfica Lenta. Entre suas principais premiações estão o Prêmio Best News Paper Design (Nova York, EUA), o World Press Cartoon 2013 (Sintra, Portugal) e Prêmio Jornalistico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (São Paulo, Brasil).

Facebook e Instagram: @omartaprafoto

Email: omartaprafoto@gmail.com

A empresa trabalha desde 2016 com fotos espontâneas e originais ao ar livre. Fizemos um trabalho no campus do Observatório Nacional, fotografando os integrantes da equipe MOSAIC para divulgação na homepage dos observatórios magnéticos.

https://estrategia88.com/
Com base em análise de dados, ajudamos empresas privadas, instituições públicas e profissionais autônomos a crescerem. Desenvolvemos planejamentos de marketing viáveis para nossos clientes e colocamos em prática através de produtos digitais, sites e campanhas mensuráveis e transparentes. O site sobre os Observatórios Magnéticos foi planejado para dar maior visibilidade e gerar a compreensão imediata sobre suas atividades científicas realizadas. O resultado pode ser percebido através do seu conteúdo em diversos formatos, layout impactante, ótima experiência de navegação e estrutura adaptável para dispositivos móveis.

Quem já passou pelo MOSAIC:

Doutorado no ON no período: 03/2013 a 02/2017
Atualmente: Coordenador do curso de Geofísica da Universidad Ecotec (Equador) https://www.ecotec.edu.ec/
Bolsista: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. 
Colaboração internacional: Dr. Hagay Amit da Universidade de Nantes (França) Título: Estiramento to campo magnético no topo do núcleo terrestre (Magnetic field stretching at the top of the Earth’s core).

Resumo:
O campo geomagnético e sua variação secular (SV) são pistas poderosas da dinâmica do núcleo da Terra. Em particular, as observações geomagnéticas podem ser usadas para modelar o fluxo na superfície do núcleo ajudando na delimitação das dinâmicas envolvidas e do geodínamo. O processo de inversão do fluxo no núcleo traz consigo uma não-unicidade inerente, portanto algumas suposições físicas adicionais são necessárias. Apresentamos novas suposições físicas e um novo método numérico desenvolvido para inferir o fluxo na superfície do núcleo a partir de modelos geomagnéticos e de SV.

Dois artigos foram publicados sobre o estiramento das linhas de campo no núcleo:
1. Peña, D., Amit, H., Pinheiro, K. J. Deep magnetic field stretching in numerical dynamos. Progress in Earth and Planetary Science, 5:8, 2018.
2. Peña, D., Amit, H., Pinheiro, K. J. Magnetic field stretching at the top of the shell of numerical dynamos. Earth, Planets and Space, v. 68, p. 78, 2016.

Vídeo gravado em 2017 no LPG-Nantes. Diego fez parte do seu doutorado no LPG-Nantes e um pós-doutorado nesta instituição em 2017. Atualmente trabalha na Universidade Ecotec no Equador como professor/pesquisador (https://www.ecotec.edu.ec).

Mestrado no ON no período: 03/2010 a 08/2012
Atualmente: Pesquisadora na Max Planck Institute for Solar System Research https://www.mps.mpg.de/person/50539/2169
Bolsista: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. 
Colaboração internacional: Dr. Alexandre Fournier do IPGP (Institut de Physique du Globe
de Paris).
Título: A mean-field Babcock-Leighton solar dynamo model with long-term variability

Resumo:
Dynamo models relying on the Babcock-Leighton mechanism are successful in reproducing most of the solar magnetic field dynamical characteristics. However, considering that such models operate only above a lower magnetic field threshold, they do not provide an appropriate magnetic field regeneration process characterizing a self-sustainable dynamo. In this work we consider the existence of an additional α-effect to the Babcock-Leighton scenario in a mean-field axisymmetric kinematic numerical model. Both poloidal field regeneration mechanisms are treated with two different strength-limiting factors. Apart from the solar antisymmetric parity behavior, the main solar features are reproduced: cyclic polarity reversals, mid- latitudinal equatorward migration of strong toroidal field, poleward migration of polar surface radial fields, and the quadrature phase shift between both. Long-term variability of the solutions exhibits lenghty periods of minimum activity followed by posterior recovery, akin to the observed Maunder Minimum. Based on the analysis of the residual activity during periods of minimum activity, we suggest that these are caused by a predominance of the α-effect over the Babcock-Leighton mechanism in regenerating the poloidal field.

Um artigo foi publicado sobre o tema do mestrado:
1. Sanchez, S., Fourinier, A., Pinheiro, K. J., Aubert, J. A mean-field Babcock-Leighton solar dynamo model with long-term variability. Anais da Academia Brasileira de Ciências (2014) 86(1): 11-26, 2014.

Após o mestrado, Sabrina Sanchez realizou seu doutorado no IPGP (Institut de Physique du Globe de Paris) e desde setembro de 2016 é pesquisadora no Max Planck Institute for Solar System Research (https://www.mps.mpg.de/person/50539/2169).

Mestrado no ON no período: 03/2010 a 02/2012
Professor da Seeduc- Secretaria de estado de educação do Rio de Janeiro
sites.google.com/site/fillipesiqueira
Bolsista: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. 
Título: Implementação do Observatório Magnético do Pantanal no Brasil

Resumo:
Observatórios magnéticos são fundamentais para garantir um registro preciso e contínuo do campo magnético da Terra. A maior limitação dos observatórios é a distribuição desigual na superfície terrestre, principalmente na América do Sul, onde há poucos dados. Neste trabalho descrevemos as principais etapas executadas para a instalação do observatório magnético no Pantanal e a análise de dados de uma estação magnética, que registrou o campo do dia 29 de setembro de 2011 até 25 de janeiro de 2012. A instalação do observatório magnético do Pantanal é interessante, do ponto de vista geomagnético, devido à presença da Anomalia Magne ́tica do Atlântico Sul (AMAS), que é a região de menor intensidade do campo magnético no globo. A AMAS é gerada por processos dinâmicos no núcleo externo, mas ainda há muitas questões em aberto sobre sua evolução temporal e suas causas. A AMAS também pode causar efeitos no campo externo: durante as tempestades podem ocorrer problemas em satélites, sistemas de navegação e radiocomunicação. Estes distúrbios ocorrem mais frequentemente nas áreas onde a intensidade do campo é menor (como é o caso da AMAS) ou maior (nos polos). Os dados gerados no observatório do Pantanal contribuirão para uma melhor compreensão sobre a AMAS e seus efeitos no campo externo.

Um artigo foi publicado sobre o tema do mestrado:
1. Siqueira, F. e Pinheiro, K. J. Implementation of Pantanal Magnetic Observatory in Brazil. Revista Brasileira de Geofísica, 33(1): 127-140, ISSN 0102-261X.